domingo, 20 de abril de 2008

Jornal Rapidix à disposição do Jardim Pery

Meu nome é Waldir dos Santos, sou Jornalista e Editor do Jornal Rapidix, um periódico que circula quinzenalmente em vários bairros da Zona Norte da cidade de São Paulo.

Estamos instalados na Vila Brasilândia e a nossa circulação se extende até a Vila Nova Cachoeirinha. Apesar da proximidade, ainda não chegamos ao Jardim Pery.

Mesmo assim, acreditamos que as carências, necessidades e reivindicações sociais dos moradores do Jardim Pery são semelhantes àquelas existentes na Vila Brasilândia. Aliás, muitas destas reivindicações são constantes na maioria dos bairros periféricos da cidade.

Sendo assim, quero colocar o Jornal Rapidix à disposição da comunidade do Jardim Pery e, assim, servir como um canal entre a comunidade e as várias instâncias do Poder Municipal.

Para entrar em contato com o Jornal Rapidix, escolha uma das formas abaixo:

Fones: 011 3925-6647 - 9311-6515
e-mail: rapidix@uol.com.br

Uma obra na rua Brasiluso Lopes no Jardim Pery/ZN mantém a via interditada a mais de 9 meses e atrapalha a rotina de moradores e pedestres.

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Moradores da Rua Brasiluso Lopes e entorno no Jardim Pery/ZN sentem-se encomodados devido à má condução da construção de uma rede elevatória de esgotos residenciais. A obra, uma antiga reivindicação de moradores locais, é de extrema urgência e visa fazer a coleta de esgotos das residências que ainda não estão conectadas ás redes coletoras da SABESP. Iniciadas em fevereiro de 2007, a lentidão dos serviços vem provocando muitos desconfortos e a população por sua vez reclama da demora, o primeiro prazo expirou e a obra segue sem data para terminar. Enquanto isso, esgotos continuam sendo despejados á ceu aberto no meio da rua (uma pocilga com cheiro desagradável))que se encontra interditada desde fevereiro de 2007 e causando todo o transtorno anunciado. O transito na área também vem sendo obstruido devido a rua interditada.

''Já passam de quatro meses vencidos do prazo e a obra acaba, porém as caixas já estão prontas, com as bombas e tubulações internas já instaladas, a laje feita e o piso já concretado e nivelado a mais de 40 dias, agora só falta asfaltar e liberar a via, não entendo porque a demora da prefeitura no asfaltamento''. Reclama a Sra. Zefa, moradora a mais de 45 anos. Outro morador, o Sr. Bernardo Silva disse que'' O próximo passo que seria a construção de novos ramais coletores que o projeto inicial visava não foram iniciados, o que nos deixa mais indignados com o descaso e sem rumo certo no meio e toda fedentina. Queremos ser corretos com o meio ambiente e o direito de não lançar esgotos a ceu aberto, nem na sarjeta e nem no córrego, queremos estar conectados á rede da SABESP, é uma questão de saúde pública.''

Moradores desconfiam de manobra e uso político na condução da obra .
‘’ Foram nove meses só para construir as caixas de concreto, quanto tempo vai demorar para a SABESP fazer a sua parte, e a prefeitura a dela(?), será que irão esperar a eleição para entregarem a obra(?). Indaga Luisa Scioli, moradora. Nota-se que é grande a insatisfação da população diante da postura adotada pelos órgãos envolvidos na construção da elevatória. '' Luisa confirma que a obra vem tomando rumo estranho e incerto, pois na fase terminal que se encontra entende que, ao menos um lado da pista já devia ter sido entregue liberarando o transito local, mas por motivos desconhecidos a via continua interditada. '' também por esta causa nossas calçada viraram passagem de motos e outro veículos que ainda consigam passar. Reclama.

Presente no local, vê-se que a obra mantém-se com os serviços pertinentes paralisados e a via interditada por um conjunto de 04 cubos de concreto(malotes).

‘’Metades das residências aqui na rua Brasiluso Lopes não estão conectadas á rede da SABESP e a demora da cognição deve-se ser mais bem avaliada vista que uma emergência desta jamais devia servir de manobra política.’’ Foi o que disse o morador Hugo de Oliveira, ele reside a 27 anos no bairro, e assiste de camarote o problema da Rua Brasiluso. Hugo vê também algo de estranho no destino da obra, Ele disse ainda,; ‘’ Já fazem mais de 20 anos que a falta de esgotamento sanitário degrada nosso meio ambiente regional e o nosso bairro serve de passagem de esgotos por culpa da SABESP, isso desvaloriza nossos imóveis e traz doenças para as crianças no contato com a água podre que corre a céu aberto . Enfatiza.
Segundo encarregados da firma’’ Parâmetro’’ (empreiteira contratada) a caixa esta pronta, mas as redes a serem usadas são d responsabilidade da SABESP, segundo ele, serão ás mesmas antigas e já existentes que eram utilizadas para a coleta, são feitas em cerâmica e com mais de 40 anos de uso e estando provavelmente deterioradas, a prova disso são os vazamentos espalhados por todos os cantos com cheiro insuportável. ‘’Não sei como agüentamos em todos esses anos viver no meio desta pocilga, uma rua abandonada com todo tipo de falta de atendimento público, é mau cheiro, lixo, buracos e agora ter essa obra acabada esperando pela inauguração e só depois o direito á ligação... Afirma.
Outro fator a ser considerado no local é que devido o mau acabamento da obra, há possas de água parada servindo de criadouros de mosquitos da dengue..


Esta redação sente-se também indignada e com muito descontentamento para com o atendimento dos órgãos envolvidos na obra da rua Brasiluso Lopes e outro afazeres para todo o bairro do Jardim Pery. Nascidos, crescidos e vividos no Pery- podemos afirmar que desde a sua fundação o mesmo tem tido atendimento sempre de forma precária, e não é só pela falta de esgotamento sanitário e da falta de obras de drenagem, como fazemos aqui as nossas denúncias, mas também pela falta de outras benfeitorias; sito:'' áreas de lazer, oficinas de lazer e praças e quadras poliesportivas e de esportes para todas as idades, bibliotecas, e inclusão digital, e etc.., afinal de contas esta é a busca da redação do site que nasceu junto a ‘’Comissão de moradores do Jardim Pery’’. Deixamos aqui o alerta para que se numa obra desta, algum político vir ''beneficiar-se'' pela sua feitura faremos aqui nosso protestos por estes outros benefícios acima citados.........




texto e fotos/Robinson Dias

sábado, 19 de abril de 2008

Voce conhece o Horto Florestal de São Paulo?

O Horto Florestal tem uma história cuja origem se deu em 1896, com a desapropriação do Engenho da Pedra Branca, para instalação do Horto Botânico. O Horto Botânico tornou-se a base para a criação do Serviço Florestal, hoje Instituto Florestal, órgão vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Governo de São Paulo.Importante espaço de lazer e cultura o Parque Estadual "Albert Löefgren", na Zona Norte da cidade de São Paulo, ocupa área de 174 halqueires.

Localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira, o Horto Florestal, como é mais conhecido, conta com palco para eventos, área de piquenique, play ground, pista de cooper, equipamentos de ginástica, bicas de água potável, lagos e o Museu Florestal. Abriga, ainda, o Palácio de Verão do Governo do Estado, além das sedes da Policia Militar e Polícia Florestal do Estado. Além disso, oferece ao visitante um contato direto com a natureza, através de fauna e flora diversificadas. Fazem parte da paisagem do parque, espécies exóticas (como eucalipto, pinheiro-do-brejo e criptomeria) e nativas ( como pau-brasil, carvalho-nacional, pau-ferro e jatobá). Observam-se, com freqüência, várias espécies animais, como o macaco-prego, tucano, gambá, socó, garça, tico-tico, serelepe e martim pescador. Os pinheiros plantados em 1896 pelo fundador do parque ainda podem ser vistos no chamado "Arboreto Albert Löefgren", composto por pinheiros-do-brejo. São árvores altas e de folhagem escura, que plantadas em charcos, desenvolvem raízes acima do solo, conforme é possível observar nas ilhas existentes nos lagos.

Estes, por sua vez, embelezam a paisagem do parque e são fontes de água para as aves da região e habitat natural dos peixes. O Museu "Octávio Vecchi", o Museu da Madeira inaugurado em 1931, é conhecido internacionalmente por possuir o maior acervo de madeiras da América Latina. As suas amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas. Peças de charão e móveis artisticamente entalhados completam a coleção do museu, cujo assoalho e forro também se constituem em amostra de madeira. Ao lado do museu está o marco do Trópico de Capricórnio, que passa pelo parque. Ainda nas proximidades, encontra-se a imagem de São João Gualberto, protetor das florestas do Estado de São Paulo, entronizada no Horto Florestal, em 1957, pelos monges beneditinos de Valombrosa, Itália.Serviço:

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PARQUE ESTADUAL HORTO FLORESTAL:Endereço: Rua do Horto, 931 – Horto Florestal – Zona Norte - São Paulo – (Metrô Santana).Tel.: (11) 6231- 8555E-mail: Horário: De segunda a domingo, das 6h às 18h.Grátis.


hortoflorestal@hortoflorestal.com.brSite: http://www.hortoflorestal.com.br/

A avenida dos problemas.

Imagine uma avenida onde o trânsito, tanto de pessoas como de veículos, seja caótico. Imagine uma avenida estreita onde os pedestres tenham que andar no meio da via porque as calçadas além de esburacadas estão tomadas de barracas, carros, motos e caminhões. Imagine uma avenida com fraca sinalização e a pouca existente não sendo respeitada.
Imagine uma avenida com centenas de estabelecimentos comerciais, pequenos - médios e grandes, supermercados, farmácias, auto peças, mecânicas e posto de saúde. Imagine essa mesma avenida, com todos esses problemas, com tráfego intenso e ainda com sentido duplo de direção numa mesma via que vive sempre esburacada....

Imagine uma avenida onde parece que a palavra educação nunca existiu. Onde motorista não respeita pedestre, onde motociclista não respeita carros nem pedestres, onde também caminhões de carga estacionam para descargas nos lugares de própria escolha e desrespeitando os carros, motos, pedestres e as leis do código nacional de trafego.... Realmente é a imagem do caos.


Acertou quem imaginou: É a Avenida Pery Ronchetti no Jardim Pery na zona norte. Seu início, ela que inicia na rua Índio Pery, nas proximidades da pracinha do bairro e termina na Avenida Santa Ignês, no bairro Pedra Branca.


A Avenida P. Ronchetti, a muitos anos, demanda uma intervenção por parte da prefeitura para solucionar a equação de problemas de trânsito. É fato que, além dos cuidados de pavimentação e manutenção das pistas nesta avenida e, como em varias outras do bairro seria necessário elaborarem um novo projeto no sistema viário de toda a região.

Aliás, é possível que um excelente projeto para a melhor adequação e revitalização desta Avenida deva repousar em alguma gaveta do setor de trafego regional... Mas, com a situação extremada, creio que já está na hora de ser colocado em prática, juntamente com o ótimo manual de calçadas melhor cuidadas ao bem de todos. Bons projetos não podem ser esquecidos. Contudo, o projeto mais significativo, que resolveria praticamente todos os problemas da avenida, é a implantação do sentido único de tráfego, fazendo um binário com as ruas paralelas; R. Índio Pery e R. Edgar Sales.

Esperamos que o próximo prefeito "olhe" com carinho para o problema e atenda a reivindicação dos usuários dessa grandiosa e querida avenida do Pery que só cresce em números de acidentes e de veículos trafegando, quanto á melhorias é esperar pra ver...







Robinson Dias .

Voce conhece o nosso Arboreto?


Existem 10 arboretos ligados a instituições governamentais com finalidades educativas, de pesquisa (dendrometria, fenologia, silvicultura etc.) e/ou produção de sementes, além dos arboretos situados dentro dos jardins botânicos, com tamanho e número de espécies bastante variáveis.O arboreto mais antigo do estado é o Arboreto Florestal da Vila Amália na zona norte de São Paulo, fundado em 1925 e especializado em plantas florestais. Há informações em livros de registro sobre os dados de plantio dessa coleção datadas de 1929. Ocupa uma área de 9,6 ha. e possuía inicialmente 274 espécies arbóreas, incluindo certo número de plantas exóticas. Estima-se hoje, para mais de 500 espécies contando com as vindas de fora, por vias eólicas, pluviais e aves e outros animais.. O Arboreto foi organizado pelo antigo (SF) antigo serviço florestal, e mantido pelo atual (IF) Instituto Florestal-órgão responsável pela sua manutenção e manejo. Atualmente, o arboreto serve também de área verde e de lazer para as populações dos bairros vizinhos, como Lauzanne, Pedra Branca, Continental Vila Amélia, e Vila Amália, Santa Ignez, Tremembé, Jardim Pery e outros.

É mais uma oportunidade de lazer e a chance de conhecer a natureza de perto. Beber água fresca na bica e caminhar debaixo da mais rica variedade de árvores nativas do Brasil.....Aproveite

Localização: Existem três entradas para se conhecer o Arboreto da Viola Amália.
1º Av. Santa Inês Vila Amélia, 2º Rua 1, ou Bernardido Mota/ vila Amália e 3º av, Parada Pinto; Entrada franca.

Carta de morador

Moradores da Rua Brasiluso Lopes no Pery/zn e entorno exigem término da canalização do córrego Guaraú
“Antes de tudo agradecemos á esse jornal, .................... , pela atenção cedida ao nosso problema.Nós moradores da Rua Brasiluso Lopes, no Jd. Peri, Subprefeitura Casa Verde, vimos solicitando por quase 25 anos obras de aprofundamento da calha, canalização e o alargamento do Córrego Guaraú, bem como a continuação das pistas em paralelo a ser construídas ás margens do leito, a Avenida Afonso Lopes Vieira, que beneficiará milhares de pessoas.. O benefício, que visa atender não só os moradores da Rua Brasiluso, mas também os que residem próximos ao leito do córrego e que também sofrem problemas causados pelo mesmo motivo; sito as ruas ‘’, Prof. Monteiro de Camargo, São Lourenço do Sul, Edgard Sales, Condessa Amália Matarazzo... Assim, pergunto em nome de todos os moradores locais- afim de saber os porquês desse descaso com os contribuintes. Já passam de 15 anos que temos convivido com as enchentes e a falta de saneamento básico.

Queremos saber os porquês da obra da canalização do Guaraú que não termina nunca, e se termina quando será???Desde já agradeço em meu nome e em nome dos moradores da Rua Brasiluso Lopes e do Jardim Pery, e fico aguardando a resposta das autoridades envolvidas.



”Brunno S. da Silva
Fica fácil e visível para qualquer pessoa, moradora, visitante ou de passagem á região, perceber o quão são desassistido nossos bairros em se tratando de áreas de uso público: existem poucos espaços culturais e para o lazer; como quadras de esportes, pistas bike e de skate, bibliotecas, palco para apresentação de bandas e grupos teatrais locais e shows, oficinas de artes e cursos profissionalizantes, áreas verde, etc. Para isso, levantei aqui alguns pontos a salientar e iniciarmos uma discussão sobre quais os melhores caminhos a ser direcionados para o real desenvolvimento, partindo sempre do ponto de vista das prioridades em primeiro plano, com entendimento e a participação das comunidades envolvidas.
E notório afirmar que o maior e mais visível de todos os problemas sofridos regionalmente começa na falta de boas políticas de moradias populares e da ausência dos bens públicos de serventia ás comunidades visando o desenvolvimento
Todos sabem que casa própria é o primeiro item de consumo que o individuo comum precisa para o seu conforto, mas a verdade é que, poucos alcançam esse sonho. É fato que, as políticas habitacionais tenham obtido algum avanço, mas comparado á demanda da população, a maioria fica mesmo a mercê do beneficio e mal podem consumir alimentos de qualidade, quanto mais um simples lar para residir dignamente.


A causa maior do déficit habitacional tem como base o baixo poder aquisitivo da população em geral, a falta de planejamento de políticas adotadas e principalmente fundamentadas no simples fato da demanda esuperar a demanda...
O prédio na foto ao lado, construido em área pública foi embargado pela prefeitura em 1990 antes da obra ser acabada , continua até hoje fechado esperando a liberação. 'Não caberia ai uma biblioteca,?
o espaço é público? se é particular oprque foi inteditado?
Normalmente todos necessitam de um lar, bens de consumo e utensílios diversos, todos querem consumir e construir a sua morada, é um sintoma natural do ser humano. Entretanto, o que aflige são as diferenças sociais e a distancia entre o poder de posse dos mais rico para com o mais pobres, é uns possuir tanto em detrimento do direito dos outros ... Os prédios fotografados pela nossa reportagem mostram o exato abandono e a precariedade em que se encontram, enquanto que a população próxima não tem os espaços de devidos para uso próprio individual nem coletivo.

Notem ao fundo, a imagem das casas empilhadas! edificadas precariamente, e com várias famílias residindo em pequenos cubículos, ou ás margens dos córregos poluídos, conforme na foto; há pessoas morando de forma sub-humana, falta de tudo, saneamento básico, locais de alto risco e com todas as suas conseqüências sofridas !! Uma situação que se torna comum na nossa sociedade alternativa, e a gente nem estranha mais tal atrocidade.



Enquanto tantos prédios construídos e embargados, obras iniciadas e paralisadas, edificações inacabadas e abandonadas, servem de esconderijos de bandidos e espaços vagos para nada, a necessidade local fica perene. A zona norte por exemplo, é uma das regiões da cidade de São Paulo, considerada um grande pólo tecnológico, além de uma das mais altas rendas per capita do Brasil, porém em total contraste com estes dados, vejo uma situação social assustadora: vários bolsões de pobreza que se espalham pelos bairros onde ando. Esse contexto desolador foi o que me levou a pensar na oportunidade de criar uma fonte de informação de cidadania e e possibilitar uma difusão dos conhecimentos sobre o assunto, com o objetivo de refletir e propor alternativas de melhorias á nossa região, principalmente nos bairros da periferia, que tem sido os mais esquecidos nos últimos tempos...
De todos os projetos de inclusão até então oferecidos pelos setores públicos, poucos dos bairros contemplados são da pereifria na zona norte, que em quase nada tem propiciado alternativas de cultura, lazer, esporte e formação para os moradores. A desculpa é sempre a falta de espaço físico para edificação e instalações de áreas ao uso coletivo, alegando que a periferia teve crescimento desorganizado, vitimando a causa e o efeito aos próprios cidadãos como se o estado de direitos não tivesse a sua culpa.

Assim, a meu ver deve-se sim estimular o encontro entre pessoas dos bairros para uma integração e conseqüentemente com isso trazer a tona o dialogo, o embate de conhecimentos e começarmos debater sobre as perspectivas de organização popular, e de participação para iniciativas, sair á busca das melhorias para os bairros em trabalhos conjuntos e articulados, desenvollver a auto-estima, além de troca de experiências. Estimulando o uso, pelos moradores, dos espaços públicos existentes na comunidade - como a escola mesmo que provisoriamente -tornando-os possíveis fontes de alternativas de formação e lazer nos bairros. Mas sempre olhando para estes prédios abandonados e imaginar em que podiamos trasnforma-los em fontes de luz e de melhor utilização pública a uso de todas as comunidades...

Robinson Dias/